Engenheiro é demitido após usar computador da empresa para acessar pornografia
Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Um engenheiro de uma empresa da administração indireta de São Paulo foi demitido por justa causa após utilizar equipamentos corporativos para acessar e compartilhar conteúdo pornográfico. O funcionário também foi acusado de assédio moral e sexual contra colegas. A decisão foi mantida pela Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que rejeitou o recurso apresentado pelo trabalhador.
Segundo o caso, as condutas atribuídas ao engenheiro foram consideradas graves o suficiente para justificar a demissão. O processo tramita em segredo de Justiça, e as acusações de assédio também fizeram parte da investigação que levou ao desligamento do funcionário.
Com a decisão do TST, permanece válida a demissão por justa causa. O entendimento reforça que o uso inadequado de equipamentos e recursos da empresa, especialmente quando associado a outras condutas consideradas graves, pode resultar no rompimento do vínculo de trabalho.



