Index Bahia 2027 terá mais de 400 expositores no Centro de Convenções
Foto: Rogério Alves | Rádio Sociedade da Bahia
A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) apresentou, nesta terça-feira (6), detalhes do Index Bahia 2027, considerado o maior evento da indústria do Nordeste. Promovido em parceria com o Sebrae, o evento será realizado de 15 a 17 de junho de 2027, no Centro de Convenções de Salvador.
A expectativa é reunir mais de 400 expositores e dezenas de milhares de visitantes, com empresas dos setores de mineração, energia, agronegócio, petroquímico, alimentos e bebidas, metalmecânico e tecnologia.
A programação terá como temas reforma tributária, inteligência artificial, transformação digital, ESG, transição energética e investimentos produtivos.
Durante o encontro, o presidente da FIEB, Carlos Henrique Passos, destacou que o evento busca aproximar a indústria do mercado e ampliar a oferta de conhecimento.
“O Index foi desenvolvido para que a indústria da Bahia possa fazer conexões com o mercado comprador, seja ele o comércio, distribuidor, comércio varejista ou até o consumidor final no conhecimento das marcas que são ali expostas. Em 2027 isso vai ser muito percebido, estamos ampliando muito a área de conhecimento, desenvolvendo um congresso para que aqueles que vão nos visitar, ou as indústrias que vão expor, possam se atualizar em temas de governança, sobre tributação, sobre economia, seu mercado específico ou até aspectos produtivos”, disse.
Passos também avaliou o cenário econômico e apontou dificuldades enfrentadas pela indústria, como juros elevados, burocracia e a concorrência internacional.
“O ambiente é de desafios, né? Nós estamos terminando, indo para o final de um ano que não foi fácil para a indústria. A indústria tem perdido ritmo de crescimento. Esse ritmo, nós temos o diagnóstico claro das razões. Primeiro, o custo Brasil representado por uma taxa de juro elevadíssima, a questão da burocracia que impede muitas vezes de a indústria se expandir, burocracias que envolvem licenciamento ambiental, por exemplo, e também as questões da geopolítica internacional, enfrentando concorrência com países que subsidiam indústrias e que aqui vendem seus produtos sem seguir as mesmas regras, sejam ambientais ou trabalhistas, que a indústria brasileira está sujeita a cumprir”, concluiu.



