Entrada de Zema com celular na cabine de votação será investigada
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A Justiça Eleitoral de Minas Gerais vai apurar o episódio envolvendo o candidato à Presidência Romeu Zema, do Novo, que entrou com um celular na cabine de votação neste domingo, em Araxá. O presidente do TRE-MG, desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, classificou a conduta como irregular e afirmou que as circunstâncias do caso serão analisadas antes de qualquer decisão. Segundo o tribunal, os mesários receberam orientação para impedir que eleitores levassem aparelhos eletrônicos para dentro da cabine.
Após votar, Zema afirmou que não foi orientado a deixar o aparelho com os mesários e negou ter feito qualquer registro ou utilizado o celular durante a votação. Ele disse que levava os números dos candidatos anotados em papel. A legislação eleitoral determina que celulares, câmeras e outros equipamentos capazes de registrar ou transmitir o voto sejam deixados com a mesa receptora antes do eleitor entrar na cabine. O TRE-MG informou que o caso será encaminhado para apuração e que eventuais responsabilidades dependerão da análise dos fatos.



