Marcelo Carvalho defende integração das polícias para combater facções na Bahia
Foto: Rádio Sociedade da Bahia
O candidato ao Senado Federal Marcelo Carvalho (Rede) defendeu a integração entre as polícias Federal, Civil e Militar, além das Guardas Civis Metropolitanas como estratégia de enfrentamento à criminalidade na Bahia. O comentário foi feito nesta segunda-feira (21) durante a sabatina da Rádio Sociedade apresentada por Adelson Carvalho, com participação de Noel Tavares e Jéssica Smetak,
A declaração foi feita após um “Fala Povo”, onde o o candidato responde perguntas da população sobre propostas de campanha. Durante o comentário, Marcelo defendeu que a integração é necessária para combater a violência no estado. “É necessário a integração da Polícia Federal com a Polícia Civil e com a Polícia Militar e também com a Guarda Civil Metropolitana, no caso das grandes cidades, para combater diretamente a violência”, afirmou.
Para o candidato, o combate às facções criminosas não deve depender apenas da atuação armada do Estado e precisa ser acompanhado de políticas públicas voltadas às áreas mais vulneráveis. O candidato citou educação, saúde, habitação, qualificação profissional, geração de emprego e renda como medidas que, segundo ele, devem estar presentes de forma permanente nessas comunidades. Segundo Marcelo, “não adianta o braço armado do estado entrar agora, os nossos heróis entrarem lá, combaterem o narcotráfico, defenderem com sua vida por muitas vezes a população em geral, saírem e o estado permanecer ausente de alguns pontos que são essenciais”, defendeu.
O candidato também criticou as condições de trabalho das forças estaduais e defendeu medidas para valorização dos profissionais. “Eu, por exemplo, não posso aceitar que um PM ganhe tão mal como ganha no estado da Bahia e que não haja um plano de cargos e salários a contento da polícia civil no estado da Bahia”, declarou. Ao tratar da violência como um problema que ultrapassa os limites estaduais, Marcelo afirmou ainda que o tema deve permanecer entre as prioridades após as eleições e destacou a necessidade de ações específicas de proteção às mulheres, que, segundo ele, estão entre os grupos mais expostos à violência.



